sábado, 16 de novembro de 2013

Como Salvar o Arquivo de Log do Log4j2 no Diretório APPDATA do Usuário

O cenário aqui é o seguinte: você tem uma aplicação desktop que precisar gerar log e quer que esses sejam impressos em um arquivo de log. Para esta tarefa, está usando o LOG4J2.

O problema é que você não pode mandar logar na pasta onde o software está executando, porque se ele estiver em Arquivos de Programas pode ser que não tenha permissão de escrita.

Então, o local ideal para escrever é em uma pasta do usuário, onde os arquivos dos aplicativos normalmente são escritos. No meu caso, eu queria o diretório APPDATA. Depois de muito custo conseguir descobrir como. Abaixo está o meu arquivo log4j2.xml.


<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<Configuration status="trace" name="MyApp" packages="">
    <Appenders>
        <File name="MyFile" fileName="${env:APPDATA}/logs/app.log">
            <PatternLayout>
                <Pattern>%d %p %c{1.} [%t] %m%n</Pattern>
            </PatternLayout>
        </File>
    </Appenders>
    <Loggers>
        <Root level="trace">
            <AppenderRef ref="MyFile" />
        </Root>
    </Loggers>
</Configuration>

sábado, 31 de agosto de 2013

Vai Comprar uma Impressora da HP? Compre uma EPSON com Bulk de Tinta

Há alguns anos, quando se falava em impressora boa, pensava-se em HP, mas isso mudou de uns tempos para cá. Eu mesmo, três anos atrás, comprei a C4780 e me arrependi profundamente, até fiz um post sobre isso.

Com mais de um computador em casa, queria uma maquina wireless e como usava muito tinta, queria uma que fosse possível recarregar. A minha antiga bem fácil de ser reabastecida então fiz a aquisição baseado no histórico de confiabilidade da marca. Até então, havia comprado três HPs e uma EPSON. Somente a última quebrou. As outras eu troquei por causa da obsolência.
Dessa vez foi diferente. A Linha C4700 da HP e todas as mais modernas passaram a vir com ridículos 6 ml de tinta em cada cartucho. As mais antigas vinham com 10 ou até 20 ml. Ainda assim, era possível recarregar com certa facilidade, mas a empresa decidiu aplicar um golpe em seus consumidores.

A C4780 da HP se encarrega de dizer para você que o cartucho está estragado, mesmo que ele não esteja. Existe um software embutido que faz esse controle e tenta te impedir de fazer a recarga. Ele conta a quantidade de vezes que o cartucho entra e sai da máquina. Como se isso não fosse suficiente, a tinha ainda vem com um elemento oxidante para estragar o cartucho, fazendo com que ele dure menos.

Como minha vida mudou, parei de usar impressoras e doei a minha odiada HP. Larguei ela em um lugar onde alguém pudesse pegar, mas a minha atual companheira tinha outra, com fio, comprada na CTIS, loja mais cara do mundo, modelo F2050. Tudo que eu disse da minha, se aplica a esta máquina. Os cartuchos custam 40 reais em média, vem com um cuspe de tinta e recarregar é muito difícil. Usavamos pouco, então, o cartucho estragava por causa da tinta.

Como os meninos cresceram e a escola passou a demandar mais impressões, pensei que precisava de uma impressora que fosse wi-fi e com bulk de tinta. Fui pesquisar e logo descobri a EPSON L355. Para a minha surpresa, vem com bulk oficial embutido.

Pensei comigo: porque pagar R$ 400,00 numa HP, me irritar para recarregar ou comprar toneladas de cartuchos se eu posso comprar uma EPSON por R$ 700,00 e nunca mais vou passar raiva, nem vou gastar rios de dinheiro com tinta?

Pois bem, lá fui eu. Comprei na Kalunga, o lugar mais barato que encontrei e pasmem: a EPSON vem com 70 ml de tinta para cada cor. Vou repetir. 70 ml para cada cor. 280 ml de tinta no total. Se cada cartucho da HP custar R$ 40,00 e vier com 6 ml, o que é o normal, eu teria que gastar mais de R$ 1800,00 para conseguir a mesma quantidade de tinta. Se eu fosse recarregar, gastaria menos, mas me irritaria muito mais e teria que continuar comprando cartuchos mesmo assim.

No final das contas, a EPSON pensou e escolheu a melhor solução: "se não posso ir contra o mercado de bulk e recarga de cartucho, vou me juntar a ele. Vou vender minha impressora mais caro, mas com bulk e vou vender tinta no mesmo preço do mercado." Um golpe no coração da decadente HP.

Para terminar, um pote de 70 ml de tina EPSON oficial custa R$ 35,00. Preço equivalente ao cartucho HP com 6 ml, mesmo preço de 100 ml da tinta extra-oficial. Historicamente, a EPSON sempre consumiu mais do que a concorrente, mas mesmo assim, tenho absoluta certeza que é infinitamente mais econômica.

Só o tempo dirá se é uma boa máquina ou não, mas preciso confessar que me senti muito feliz por me livrar da HP, uma marca que eu admirava e hoje detesto. Em breve, farei o relato sobre o meu notebook HP. Aí, é muito pior, porque nem funcionar ele funciona.


terça-feira, 21 de maio de 2013

Treinando Redação - A Estrutura do COBIT

O COBIT ("Control Objectives for Information And Related Technology") se estrutura primariamente pelos objetivos de negócio da organização. Tudo o que acontece na empresa dá-se em função de uma necessidade negocial.

Para que os requisitos da instituição sejam atendidos e as informações necessárias sejam geradas, a alta gerência transmite seus objetivos para a Tecnologia da Informaçao. Essa fica responsável por implementar internamente os seus processos e transformar as necessidades do negócio em informação valorosa para o comando da corporação.

Com base naquilo que foi determinado como objetivo institucional a TI irá gerar, não só os seus processos, mas também estabelecerá seus próprios objetivos a serem alcançados e atuará em três diferentes linhas de atuação: as atividades chave, a medição dos processos e os objetivos de controle.

As atividades chave representam a quebra de um processo em pequenas partes esquematizadas em tabelas de atribuição de responsabilidade conhecidas como matrizes RACI. São elas que informam as responsabilidades de cada papel nas tarefas que compõem um processo.

A segunda linha de atuação reflete a necessidade de medição dos processos para garantir que estão sendo bem executados e gerenado as informações de forma adequada. O COBIT afirma que só é possível controlar aquilo que se mede. Dessa forma é possível perceber o desempenho dos processos da organização através de indicadores de performance, resultados das medições e dos modelos de maturidade.

Na terceira e última vertente, o COBIT precisa garantir que as necessidades do negócio sejam realizadas e isso acontece através dos 210 objetivos de controle distribuídos em 34 processos da versão 4.1. Esses objetivos, que são implementados através das práticas de controle, informam o que é preciso fazer e quais resultados são desejados em cada processo.

O COBIT foca naquilo que deve ser feito e não em como fazê-lo. Por ter sido criado com o intuito incial de auditoria em TI, este modelo ainda estabelece

domingo, 28 de abril de 2013

Treinando Redação - Sobre Os Grupos de Processo do PMBOK 4

O PMBOK divide seus processos de duas maneiras diferentes e interrelacionadas em uma matriz. Em uma das dimensões, alocam-se nove áreas de conhecimento que tratam do assunto com o qual cada processo melhor se relaciona. Por exemplo: escopo, tempo, aquisições, custo e recursos humanos. Na outra dimensão, existem os cinco grupos: iniciação, planejamento, execução, monitoramento e controle e avaliação.

Os nomes destes conjuntos podem sugerir uma identificação com o ciclo de vida de um projeto, algo que não acontece. Segundo as páginas do guia, o ciclo é divido em quatro etapas : início, organização e preparação, execução do trabalho e encerramento. O relacionamento entre grupos e fases se dá da seguinte forma: Os processos daqueles são executados para cada etapa desse.

O primeiro conjunto de processos chama-se Iniciação e possui apenas dois elementos em seu agrupamento. É utilizado para facilitar, definir e autorizar o começo de um projeto ou fase através da elaboração do termo de abertura e da identificação das partes interessadas. Relaciona-se apenas com as áreas de conhecimento responsáveis pela integração e com a comunicação do projeto.

O planejamento é o maior de todos. Com vinte processos, permeia todas as áreas de conhecimento existentes no PMBOK. Orienta o gerente nas tarefas de definição e refinamento dos objetivos do projeto. É neste grupo onde o plano de gerenciamento do projeto é criado, o escopo é definido e decomposto através da Estrutura Analítica do Projeto, as atividades são definidas, suas durações são estimadas e elas são sequenciadas de forma a desenvolver um cronograma. Os custos são estimados, os possíveis riscos são  identificados, qualificados e quantificados.

O grupo de execução é responsável  por realizar o plano do projeto integrando pessoas e outros recursos. Ou seja, deve realizar o trabalho feito anteriormente. Uma de suas características é não possuir relação com as áreas de conhecimento de escopo, tempo, custo e risco, que são mais voltadas ao planejamento. Por outro lado, para orientar e gerenciar a execução do projeto, precisa de um forte relacionamento com os recursos humanos. Neste agrupamento mobiliza-se, desenvolve-se e gerencia-se a equipe do projeto distribuindo as informações da melhor forma possível para ajudar a manter as expectativas das partes interessada sob controle garantindo a qualidade do que está sendo feito.

Enquanto acontece a execução daquilo que foi planejado, entra em cena o Monitoramento e Controle. Esse é  um grupo que mede e monitora o progresso do projeto de forma regular para identificar as variações entre o esperado e o realizado. Com base nas informações obtidas, sempre que um desvio for identificado, são tomadas ações corretivas. Para antingir os objetivos esperados, é preciso monitorar e controlar o trabalho do projeto, as mudanças de forma integrada, o cronograma, os custos, a qualidade, os riscos, administrar as aquisições e por fim, reportar todo o desempenho às partes interessadas.

Por fim, o último grupo chama-se Encerramento. É tão pequeno quanto o primeiro e reponsável por finalizar formalmente todas as atividades de um projetos ou fase conduzindo-os a um fim ordenado. O produto, serviço ou resultado final é entregue e aceito de forma documentada e os contratos de aquisições são encerrados, uma vez que não são mais necessários.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Treinando Redação - O Que é o PMBOK?

O PMBOK (Project Management Book Of Knowledge), é um guia ou modelo, mantido pelo PMI (Project Management Institute), que goza de reconhecido internacional e pretende catalogar em suas páginas as melhores práticas em gerenciamento de projeto. Sua área de atuação não se restringe à Tecnologia da Informaçao, mas a projetos de diversas áreas.

Os conhecimentos descritos no livro não são considerados prescrições, já que o modelo não se apresenta como uma metodologia. Seu contéudo apresenta práticas amplamente aceitas no mercado mundial e que devem ser aplicadas conforme as características particulares de cada projeto. Não de maneira uniforme.

Outra característica interessante é: seu conteúdo fornece e promove um vocabulário comum para se discutir, escrever e aplicar o gerenciamento de projetos possibilitando o intercâmbio eficiente de informações entre os profissionais de gerência de projetos, os ténicos e os clientes.

Em sua quarta versão, o guia recomenda a utilização dos seus quarenta e dois processos, ferramentas e técnicas de forma seletiva para garantir o sucesso das atividades do gerente de projetos e sua equipe. Esses processos são agrupados de duas formas dinstintas.

O primeiro agrupamento, chamado Grupos de Processos, é dividido em cinco: iniciação, planejamento, execução, monitoramento e controle e encerramento. Esses representam fases que podem ser aplicadas iterativamente e por mais de uma vez, a cada atividade ou etapa do ciclo de vida de um projeto, portanto, não se confudem com esse ciclo em sí.

O segundo conjunto é referenciado como Áreas de Conhecimento e separa os processos de acordo com suas áreas de aplicação. Esse é dividido em nove grupos: escopo, orçamento, cronograma, risco, recursos humanos, qualidade, comunicação, integração e aquisição.

É através desses agrupamento matricial de processos, com atividades e ferramentas que o PMBOK pretende ajudar as organizações a realizarem um esforço temporário, de forma gerenciada, para que possam atingir um objetivo, alcançar um resultado ou produzir um produto único.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Treinando Redação - O Que é ITIL?

A ITIL (Information Technology Infrastructure Library), como o nome diz, é uma biblioteca que contém conhecimentos em infraestrutura relacionada à Tecnologia da Informação. Apresenta-se na forma de um guia ou modelo e não como uma metodologia.

Apesar de descrever alguams práticas com certo grau de detalhes, as coloca apenas como sugestão. A ênfase está naquilo que seus vinte e seis processos devem fazer e não em descrevê-los detalhadamente. Cabe a cada organização decidir quais processos melhor se adequam à sua realidade.

Aquilo que diferencia este modelo dos demais é o seu foco de atuação no que tange a Governança de TI. A ITIL se dedica ao gerenciamento e provimento de serviços. Estes, nada mais são do que um meio para entregar valor aos clientes de forma a suportar o negocio da empresa sem que ela tenha que arcar diretamente com determinados custos ou riscos específicamente inerentes à infraestrutura dos serviços em sí.

A biblioteca define valor como sendo aquilo que possui utilidade e aspectos de garantia para o contratante. Esses últimos, são especificados nos acordos de nível de serviço. Já a utilidade, é tudo aquilo que permite ao cliente executar suas atividades negociais, ou pelo menos, remove barreiras que impedem ou dificultam essa execução.

Para realizar estes provimentos e gerenciamentos entregando valor, a ITIL, a partir de sua terceira versão, estrutura-se em cinco diferentes livros e cada um deles representa um estágio do ciclo de vida dos serviços. São eles: a estratégia do serviço, o desenho do serviço, a transição do serviço, a operação do serviço e a melhoria contínua do serviço.

Portanto, ITIL é uma biblioteca de melhores práticas em gerenciamento da infraestrutura de TI voltada para serviços que suportam e entregam valor ao negócio de uma instituição. Essa entrega de valor é realizada por processos que gerenciam os serviços através das cinco etapas do ciclo de vida esses possuem.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Trienando Redação - O que é o COBIT?

O COBIT - Control Objectives For Information and Related Technologies - é um modelo criado inicialmente para auditoria na área da tecnologia da informação, mas hoje é focado no negócio da instituição e seu intuito é prover a governança de TI.

Ele não se apresenta como uma metodologia, mas como um conjunto de estruturas de controle com as seguintes caracteristicas: é orientado a processos, baseado em objetivos de controle, utiliza métricas e medições baseadas em um modelo de maturidade para avaliar as saídas de seus 34 processos.

A Governança de TI traz com ela uma série de desafios elencados pelo COBIT como sendo de fundamental importância para o sucesso da empresa. Dentre eles, são citados o alinhamento do setor de informática em relação ao negócio, a comprovação do retorno de investimento feito em máquinas, sistemas, o controle dos gastos que envolvem a TI, a gestão dos riscos envolvidos, a adequação a leis e regulamentos, a dificuldade em manter um parque tecnológico heterogêneo e outros desafios.

Para solucionar esses desafios, a proposta é a utilização dos 210 objetivos de controle distribuído por seus processos e que percentem a quatro domínios diferentes: Planejamento e Organização, Aquisição e Implementação, Entrega e Suporte e Monitoramento e Avaliação.

Seus dominios possuem processos que tratam de questões relacionadas ao gerenciamento de projetos, área do PMBOK, garantia de qualidade e continuidade de serviços, assunto tratado pela ITIL, processo de desenvolvimento de sistemas, matéria do CMMI-DEV e até mesmo questões de segurança da informação que são pertinentes a norma ISO 27001.

Ao contrário dos outros modelos citados, o COBIT é menos específico e mais integrador. É um modelo mais resumido e de mais alto nível, voltado ao controle e a oferta de informação à gerência da empresa.

Portanto, podemos resumir o COBIT como um modelo integrador e de alto nível que possui o intuito de prover governança de TI através de uma palavra: controle.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Treinando Redação - O que é o Guia Babok?

O BABOK  (Business Analysis Book of Knowledge) é um guia mantido pela IIBA (International Institute of Business Analysis) que agrupa e descreve as melhores práticas identificadas no mercado no que diz respeito à Análise de Negócios.

O guia, não é uma matodologia e por isso, não possui intenção de descrever procedimentos de forma precisa, mas estabelecer diretrizes gerais sobre o que é, e como exercer as atividades da profissão de Analista de Negócios. As orientações descritas em suas páginas não esgotam completamente o assunto. Por isso, não são e nem podem ser mandatórias, são apenas orientações, sugestões.

Cabe a cada organização avaliar os assuntos dispostos no livro e decidir quais deles devem ser implantados dentro da instituição para organizar o trabalho de identificação das necessidades do negócio.

Apesar do foco na Análise de Negócio, ele não se isola no tratamento apenas desse assunto, mas explicita as ligações entre esta disciplina e outras áreas da Técnologia da Informação. O BABOK mostra como suas orientações se integram com o gerenciamento de projeto, testes, usuabilidade e arquitetura da informação e etc.

O trabalho proposto é organizado pelo guia em seis áreas de conhecimento e em competências fundamentais. Cada área possui suas tarefas e atividades diversas que descrevem o que deve ser realizado durante a Análise de Negócios. Essas interagem entre sí e são descritas em termos de entradas (documentos, planos, desenhos), ferramentas e técnicas (que se aplicam as entradas), elementos e saídas (documentos e produtos).

Por fim, o Guia BABOK, pretende ser para a disciplina de Análise de Negócio, o que o PMBOK é para a Gerencia de Projetos, a referência principal no assunto.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Como Recarregar Cartuchos da HP C4780 ou Qualquer uma da C4700 Series

Eu havia feito um post aqui no blog dizendo porque não comprar uma impressora da HP, não só dessa série, mas imagino que todas as atuais impressoras deles tenham esse problema com a recarga dos cartuchos e cartucho praticamente sem tinta. Gostaria de ressaltar, que não mudei de opinião, mas a ideia é ajudar, então, vamos ao post.

Um leitor do blog deixou a mensagem abaixo ensinando a recarregar esses cartuchos. Ainda não testei, já que minha impressora anda meio largada. Evito usá-la de tanta raiva que tenho dela.

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Caros colegas, Segundo o depoimento de um funcionário da HP, que foi demitido há algum tempo, ele afirma que a HP produz os cartuchos da seguinte forma:

1- é adicionada à tinta uma substância química capaz de oxidar os terminais dos cartuchos, daí eles queimam rapidinho. A solução para isso é comprar o cartucho novo, retirar a tinta nova e colocar a mesma tinta usada para recarga de bulk inks, para que os terminais não oxidem.

2- o programa de instalação (que vem no cd) vem com software de reconhecimento do número de vezes que o cartucho foi colocado na impressora, assim, se ele foi retirado da impressora para recarga ou não, a impressora registra o número de retiradas e na quarta retirada ela acusa como cartucho com defeito.

A solução mais viável, segundo o técnico, é desligar a impressora, retirar o cartucho, recarregá-lo com ela desligada. Para isso o carro deve ser puxado até o meio da impressora, na posição de retirada, e depois retorná-lo para a posição original desligada. Assim o programa não fará a leitura da retirada do cartucho.

Fiz essa experiência e consegui recarregar o cartucho 9 vezes o preto, e 12 vezes o colorido. E depois ele não suportou mais.

Espero ter colaborado